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Bacurau (2019)

Não dá para negar: Kleber Mendonça Filho é o nome desse cinema brasileiro contemporâneo que se quer crítico, inventivo e palatável.
Bacurau (co-dirigido com Juliano Dornelles) atingiu espontaneamente a proeza de ocupar o posto central das conversas nas rodas em que a cultura nacional tem algum espaço. A tal ponto que muitas pessoas correram para o cinema. Já estava chato ficar de fora do debate.
Eu resisti. Fui ver o filme já em seus últimos dias de cartaz. O hype estava baixo, a onda era o Curinga (2019). Por isso, chego atrasado ao debate, quando a mesa já está repleta de copos vazios, os guardanapos estão sujos e as travessas amontoadas com os restos das porções.
Mas nunca é tarde, penso. Sempre é tempo de falar sobre as coisas nossas. Não é pouco um filme brasileiro catalisar as atenções e atravessar o bate-papo. Ainda mais em tempos nublados de agora, em que o País assiste o desmonte da cultura e da educação. Mas o nosso cinema resiste, eis a prova.
Bacurau entra no time de filmes…

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